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O ministro da Saúde Marcelo Queiroga publicou, no último dia 2 deste mês, a portaria n° 2236 que estabelece o uso do número de inscrição no Cadastro Único de Pessoas Físicas (CPF) como documento preferencial para a identificação de pessoas no Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa partiu do deputado Júlio Lopes (Progressista/RJ), autor da lei n° 13.444/17, que tornar o CPF o único documento necessário para apresentação no (SUS).
De acordo com o parlamentar, essa com certeza é uma grande conquista para os milhares de cidadãos que precisam dos serviços do SUS, acabando com a necessidade de a pessoa andar com mais de 20 documentos para provar quem ela realmente é.
- Finalmente a saúde pública brasileira, e principalmente o cidadão que dela precisa, poderá contar com um controle capaz de monitorar e acompanhar o tratamento, emissão de receitas, prescrições e distribuição de remédios, tornando mais transparente todo o processo - explicou.
Júlio destacou ainda que em pesquisa realizada ano passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que cerca de 71,5% dos brasileiros, mais de 150 milhões de pessoas, são dependentes do SUS para algum tipo de tratamento.
Ele explicou também que além da vacinação, a realização de tratamentos e procedimentos médicos como transplante de órgãos e quimioterapia, entre outros, são realizados pelos profissionais que ali atuam; isso sem falar na doação de leite, através de Bancos de Leite Humano e sangue.
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