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Estar no berço da nossa religiosidade, onde os Orixás foram cultuados por séculos antes de atravessarem o oceano com nosso povo, é algo indescritível.
Ele está em Oyó, a terra de Xangô, um dos lugares mais sagrados da tradição iorubá. Lá, cada templo, cada ritual e cada canto respiram história, espiritualidade e resistência. Mas o mais bonito dessa jornada tem sido perceber o respeito que os nigerianos têm pelo Candomblé. Apesar das diferenças nos cultos e na forma de praticar a fé, há um entendimento profundo de que nossa religião é uma continuidade do que nasceu ali. Afinal, como dizem:
“Foi a forma que o Orixá encontrou de sobreviver longe de sua terra…”
Essa viagem reforça a força da nossa fé e da nossa ancestralidade. O Candomblé não é apenas um culto; é um elo que nos mantém conectados à África, à nossa identidade e à luta do nosso povo.
Acompanhem tudo nos stories do @carlosmarao e sintam essa energia junto com ele. Essa experiência não é só dele, é de todos nós!
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