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Renovar o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Essa foi a finalidade do encontro do deputado Julio Lopes (PP), presidente da Frente Parlamentar de Serviços (FPS) com o secretário da Receita Federal Robinson Barreirinhas. De acordo com o parlamentar, o programa é de fundamental importância para a manutenção e geração de empregos e fomento do setor de eventos que movimenta a economia do país.
- O "Perse" foi um programa criado emergencialmente para tentar compensar os efeitos provocados pelas medidas de isolamento impostas durante a pandemia de Covid 19, principalmente para o setor de eventos através de ações emergenciais, já que esse setor foi extremamente castigado. O programa recebeu um orçamento de R$ 15 bilhões que inicialmente deveria durar até dezembro de 2026, mas para a surpresa de todos, foi anunciado agora em março seu término pelo fato do orçamento ter se esgotado antes do prazo inicial previsto - disse.
Julio ressaltou ainda, ser incoerente encerrar um benefício que beneficiaria inúmeras empresas de pequeno porte que ainda não conseguiram recuperar o faturamento de antes da pandemia em detrimento de grandes empresas, como o iFood, que foi líder na lista de beneficiários, conforme informado pelo secretário da receita durante o encontro.
- Enfrentamos a mesma situação vivida pela Lei Rouanet, onde os grandes artistas faturam milhões enquanto os pequenos não são contemplados. É de fundamental importância que o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), seja continuado para que as pequenas empresas consigam se recuperar e continuem mantendo e gerando mais empregos para o setor. É preciso ainda que o critério de atendimento do programa seja revisto imediatamente para evitar que somente as maiores empresas sejam beneficiadas - explicou.
O parlamentar afirma também que o programa é imprescindível para reerguer esse setor, que atinge 52 segmentos e é responsável aproximadamente por 7,5 milhões de empregos diretos, indiretos e terceirizados; além de contribuir antes da pandemia com R$ 48,69 bilhões em impostos.
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